quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Entrevista com o maestro e compositor Luciano Camargo

 Entrevistado por Nicholas M. Merlone 

1) Conte-nos um pouco da sua trajetória


Sou regente, compositor e professor universitário, com especialização no repertório vocal-sinfônico e operístico. Minha formação é toda pela ECA-USP, onde concluí o bacharelado, o mestrado e o doutorado em Música. No doutorado, desenvolvi uma pesquisa sobre a música soviética do século XX, em especial as sinfonias de Dmitri Chostakóvitch, autor que sempre me inspirou pela linguagem musical inovadora de sua obra.


Como regente, tive a alegria de dirigir produções operísticas de grande alcance desde 2018, no Teatro Bradesco em São Paulo — incluindo títulos como A Flauta Mágica, de Mozart; O Barbeiro de Sevilha, de Rossini; Carmen, de Bizet; La bohème, de Puccini; e La traviata, de Verdi, que inclusive se tornou objeto de um estudo de pós-doutorado em performance musical.


Maestro Luciano Camargo, autor da ópera ÉDIPO REI | Foto: Andrea Camargo/Divulgação
Minha trajetória também tem uma forte dimensão internacional: vivi dois anos em Freiburg, na Alemanha, como diretor de música sacra, realizei estágio acadêmico no Conservatório Estatal de São Petersburgo, na Rússia, e tive a oportunidade de reger como convidado a Orquestra Filarmônica de Lugansk e a Orquestra Sinfônica Estatal de Variedades de Kiev, na Ucrânia, além de ter realizado um concerto com obras de compositores brasileiros frente à Orquestra Gran Mariscal de Ayacucho em Caracas em junho de 2025, a convite da Embaixada do Brasil na Venezuela.

Desde 2023, atuo como professor de regência e canto coral no Instituto de Artes da UNESP, sempre conciliando o ensino com a atividade criativa. Como compositor, trilhei caminhos ligados principalmente ao repertório sacro, com obras corais e orquestrais como Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat (2001), Auto de Natal (2009) e Cântico Universal (2013).


Agora, em 2025, estou prestes a realizar um dos projetos mais significativos da minha carreira: a estreia da minha primeira ópera, Édipo Rei, com libreto de Rodolfo García Vázquez, inspirada na tragédia de Sófocles.



2) O que te fez tomar gosto pela música?


Eu costumo dizer que o momento decisivo aconteceu quando eu tinha por volta de dez ou doze anos. Foi quando assisti ao filme Amadeus. Aquela experiência foi reveladora: ver a vida de Mozart retratada na tela me fez perceber, pela primeira vez, que a música e a composição não eram apenas um fascínio distante, mas poderiam ser caminhos profissionais possíveis. A partir dali, a ideia de viver da música ganhou uma clareza que nunca mais me deixou. O encantamento inicial, somado à vivência com coros, concertos e estudos, só confirmou essa vocação e me levou a seguir adiante, com cada vez mais entrega e paixão.

3) O que te motivou a seguir a carreira de maestro e compositor?

A regência sempre me atraiu pela possibilidade de transformar o gesto em som coletivo. Desde cedo percebi que reger é muito mais do que marcar compassos: é dar forma a uma experiência estética compartilhada, conduzindo músicos e público a uma mesma respiração. Esse papel de mediador entre a partitura e a emoção foi determinante para a minha escolha.

Já a composição veio de uma necessidade íntima de expressão. Trabalhar com o repertório tradicional é um privilégio, mas havia em mim a vontade de criar algo que dialogasse com o presente, com a nossa cultura e com as inquietações que carrego. Foi assim que nasceram minhas cantatas e obras sacras, e mais recentemente a ópera ÉDIPO REI. Escrever uma ópera é um mergulho profundo: exige paciência, persistência e uma escuta muito atenta do que significa contar uma história por meio da música. Esse desejo de dar voz própria, ao mesmo tempo em que dialogo com a tradição, é o que me motiva todos os dias.


4) Qual é o papel da música na educação, cultura e desenvolvimento do país?

A música, assim como as demais artes, constitui a própria identidade de um povo. Por esta razão, o cultivo, o ensino e o incentivo à música nos diversos níveis - desde educacionais até as mais altas instituições musicais - são essenciais para o desenvolvimento e a afirmação dos valores de uma comunidade, sua própria autonomia de pensamento.


Em grande medida, a música de raiz folclórica e as manifestações populares em geral já contribuem de forma significativa com a identidade brasileira. Entretanto, a música de concerto e, em especial, a ópera, carecem de investimentos e um comprometimento definitivo das diversas instâncias governamentais para seu efetivo desenvolvimento e difusão social.


Para além de sua importância intrínseca, há que se considerar que a música tem impacto direto na sociedade: ela gera empregos, movimenta a economia criativa, mas sobretudo amplia horizontes, porque uma sociedade que valoriza a arte forma cidadãos mais críticos, sensíveis e preparados para enfrentar desafios. Investir em música é investir em pessoas — e sem esse investimento não há futuro possível.



5) Que conselhos daria a um jovem que pretenda seguir a carreira de maestro e compositor?


Não tenha pressa. A música é feita de tempo, de amadurecimento e de escuta. Estudar com dedicação é essencial, mas tão importante quanto o estudo é a experiência prática: reger pequenos grupos, escrever peças curtas, ouvir muito, errar e corrigir.


Outro ponto é cultivar a humildade do diálogo. O maestro não é um solista, mas alguém que cria unidade; o compositor não escreve para si mesmo, mas para que sua obra ganhe vida nas vozes e instrumentos de outros. Por isso, é fundamental aprender a ouvir o outro.


E, por fim, eu diria: busque sua própria voz. Aprenda com os grandes mestres, mas não se acomode em repetir fórmulas. O que vai sustentar sua carreira é a autenticidade, a verdade daquilo que você tem a dizer por meio da música.


sábado, 23 de agosto de 2025

Ópera “ÉDIPO REI” estreia mundialmente em São Paulo com música original de Luciano Camargo

 A clássica tragédia de Sófocles é reinventada como uma grande ópera cantada em português e marca um momento histórico para a produção lírica contemporânea no Brasil



São Paulo, 2 de julho de 2025 – A partir de 26 de setembro, o Teatro Bradesco recebe a estreia mundial da Ópera ÉDIPO REI, obra inédita do maestro e compositor Luciano Camargo, com libreto e direção cênica de Rodolfo García Vázquez (fundador do grupo Os Sátyros). A produção é uma realização da UNIOPERA, reunindo orquestra, coro e solistas em uma montagem grandiosa e contemporânea, inteiramente cantada em português — uma escolha artística que resgata e atualiza uma tradição ainda rara, mas historicamente relevante, no repertório operístico nacional.


Embora o Brasil conte com exemplos notáveis de óperas escritas em português — como Pedro Malazarte, de Lorenzo Fernandez, O contratador de diamantes, de Francisco Mignone, e Yerma, de Heitor Villa-Lobos — o número de grandes produções originais em língua portuguesa ainda é pequeno no cenário operístico profissional. A Ópera ÉDIPO REI, composta entre 2013 e 2022, soma-se a esse seleto conjunto de obras, propondo um diálogo entre a musicalidade do idioma e a força dramática da tragédia grega.


Baseada na peça de Sófocles, “Édipo Rei” é considerada uma das maiores tragédias do teatro antigo e ganha nova forma em quatro atos, com dramaturgia musical densa e estrutura fiel à obra original. A narrativa acompanha o herói tebano na investigação do assassinato do Rei Laio – uma busca que acaba por revelar segredos terríveis sobre sua própria origem. Ao longo de 150 minutos de espetáculo, o público será conduzido por uma jornada de mistério, identidade e destino.


A obra se destaca não apenas por sua densidade dramatúrgica, mas também pelo idioma escolhido. Segundo o compositor Luciano Camargo, escrever uma ópera em português foi uma decisão estética e política: “A Língua Portuguesa, com sua musicalidade própria e riqueza expressiva, precisa ocupar seu espaço nas grandes formas musicais. É também um convite ao público brasileiro para se ver refletido na ópera, não como estrangeiro, mas como protagonista cultural.”


Maestro Luciano Camargo, autor da ópera ÉDIPO REI | Foto: Andrea Camargo/Divulgação



Com linguagem pós-tonal, fortemente influenciada por autores como Dmitri Chostakóvitch, e uso expressivo de leitmotifs associados a personagens e ideias, a obra alia sofisticação técnica e impacto emocional direto.


“Escrever essa ópera foi um processo artístico e existencial. A tragédia de Édipo, com sua busca incansável pela verdade, se revela dolorosamente atual”, afirma Camargo, que conduzirá a orquestra nas sete récitas da temporada.


O libreto, escrito por Rodolfo García Vázquez, traz à cena o coro grego como figura central, preservando a dimensão filosófica e coletiva do teatro antigo. A montagem conta ainda com cenários de Priscila Soares, iluminação de Guilherme Bonfanti, figurinos de Amanda Pilla B. e Samantha Macedo, e maquiagem de Ana Paula Costa.


O papel-título será interpretado alternadamente por Jabez Lima e Rafael Ribeiro. Joyce Martins vive Jocasta, ao lado de Rodolfo Giugliani (Creonte), Gabriela Bueno (Tirésias) e Isaque Oliveira (Corifeu).


Sobre o compositor: Luciano Camargo


Fundador da UNIOPERA, doutor pela ECA-USP, regente e professor universitário, Luciano Camargo tem uma carreira consolidada em repertório vocal-sinfônico e operístico. Desde 2018, dirige temporadas de ópera no Teatro Bradesco, com títulos consagrados como A Flauta Mágica, O Barbeiro de Sevilha, Carmen, La bohème e La traviata. Como compositor, tem no currículo obras sacras, corais e, agora, sua primeira ópera de grande porte com ÉDIPO REI.


A estreia promete ser um marco no cenário operístico nacional, oferecendo ao público uma produção profunda, original e cantada em português — algo ainda raro nas grandes casas de ópera.


Sobre a UNIOPERA


A UNIOPERA (Associação Coral da Cidade de São Paulo) é uma entidade não-governamental sem fins lucrativos dedicada à difusão da ópera, da música de concerto e do canto coral. São mais de 20 anos de tradição, realizando montagens nas principais salas de espetáculo no estado de São Paulo. Desde 2016 realiza regularmente temporadas de concertos sinfônicos e óperas no Teatro Bradesco, em São Paulo.


Desde sua fundação, em 2002, mais de 2 mil pessoas já tomaram parte do Coral da Cidade de São Paulo e de seus cursos de teoria musical, solfejo e técnica vocal, oferecidos gratuitamente para participantes de todas as idades, profissões e interesses. A entidade, constituída juridicamente desde 2009, possui atualmente centenas de associados e participantes de suas atividades artísticas e formativas.


A UNIOPERA é pioneira em produções independentes na área da música de concerto e ópera, e realiza espetáculos de grande porte fora do circuito convencional, com a participação voluntária por meio de um coral comunitário, inspirado no modelo da “Wiener Singverein” (União Vienense de Canto).


SERVIÇO


Ópera Édipo Rei
Compositor e regente: Luciano Camargo
Direção cênica e libreto: Rodolfo García Vázquez
Classificação etária indicativa: 12 anos


Teatro Bradesco São Paulo

Shopping Bourbon – R. Palestra Itália, 500 – Perdizes – São Paulo – SP


Datas:

26 de setembro, 2 e 3 de outubro, às 20h

27 e 28 de setembro, 4 e 5 de outubro, às 16h


Elenco:

Édipo – Jabez Lima e Rafael Stein

Jocasta – Joyce Martins

Creonte – Rodolfo Giugliani

Tirésias – Gabriela Bueno

Corifeu – Isaque Oliveira

Mensageiro de Corinto – Fellipe Oliveira

Pastor – Ernesto Borghi

Damas de companhia – Ballet Jovem Cisne Negro

Anne Evelyn

Ana Paula Trevisan

Ana Luiza Veiga

Graziela Mendonça


Direção artística Cisne Negro: Dany Bittencourt

Coreografia: Stephanie Alvarenga


Figurinos: Amanda Pilla B. e Samantha Macedo

Cenários: Priscila Soares

Iluminação: Guilherme Bonfanti

Maquiagem: Ana Paula Costa

Direção cênica: Rodolfo García Vázquez

Coro e orquestra: Cia. UNIOPERA

Direção musical: Luciano Camargo



Realização:

Associação Coral da Cidade de São Paulo/UNIOPERA | Link

Instagram: Link 

Facebook: Link 

LinkedIn: Link 


terça-feira, 19 de agosto de 2025

Entre o Papel e a Tela: A Nova Era da Leitura

  Por Nicholas Maciel Merlone

Publicado originalmente no Jornal O DIASP (veja aqui!)

Durante anos, repetiu-se a mesma pergunta: os e-books vão acabar com os livros impressos? O debate parecia colocar dois mundos em confronto: de um lado, a tradição das páginas impressas; do outro, a modernidade dos arquivos digitais. Mas a realidade, observada de perto, revela algo mais interessante: não estamos diante de uma disputa, mas de uma aliança silenciosa que redefine a forma como lemos.

O livro impresso ainda guarda um poder simbólico difícil de traduzir. É presença física, objeto de afeto. Está no presente especial, na herança que passa de geração em geração. Folhear páginas, tateá-las, sentir o cheiro do papel, marcar trechos com lápis— tudo isso faz parte de uma experiência sensorial que resiste ao tempo.

O e-book, por sua vez, não é inimigo. Ele chegou para ampliar horizontes. Permite carregar uma biblioteca inteira no bolso, ajustar letras para qualquer visão, iluminar a leitura no escuro. Democratiza o acesso e rompe barreiras geográficas: um estudante no interior pode baixar em segundos um livro lançado em Nova York. O digital é inclusão.

O que vemos hoje é um cenário de complementariedade. Há quem prefira estudar com o livro físico e viajar com o leitor digital. Outros escutam o audiolivro no caminho para o trabalho e voltam ao impresso antes de dormir. Longe de uma guerra, vivemos a era da convergência, onde cada formato encontra seu espaço no cotidiano.


Como advogado, jornalista, professor e leitor, arrisco dizer: nunca se leu tanto e de tantas formas diferentes. A discussão deixou de ser sobre quem vence e passou a ser sobre como cada suporte pode enriquecer nossa experiência. O impresso preserva a memória e a tradição; o digital amplia o alcance e rompe fronteiras.

No fim, não importa se a história é lida em papel amarelado ou em tela iluminada. O que importa é que ela continue sendo contada. Porque o verdadeiro protagonista não é o formato, mas o leitor.

Veja cinco livros essenciais do escritor policial Luiz Alfredo Garcia-Roza

 


Saiba mais!

Boa leitura!

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Crítica de “Meu Ano em Oxford” — um romance que conquista e comove

 Por Nicholas Maciel Merlone

Publicado originalmente no Jornal O DIASP (veja aqui!)

Oxford como alma da história

Sob a direção de Iain Morris, a cidade de Oxford assume papel de protagonista tanto quanto os próprios personagens. Mais que cenário, ela se torna parte essencial da trama, conferindo autenticidade e profundidade à narrativa. A fotografia aposta em tons dourados e suaves, ressaltando o caráter histórico e despertando uma sensação de nostalgia. O espectador é conduzido por corredores e praças da Inglaterra clássica, mergulhando em um universo de tradição e refinamento.


Uma condução delicada e precisa


Morris demonstra habilidade ao mesclar, de forma harmoniosa, o frescor da comédia romântica e a densidade do drama. Seu trabalho é marcado por ritmo equilibrado, sem exageros, e por escolhas sutis que dão naturalidade ao enredo. Ao evitar fórmulas desgastadas, o diretor consegue tratar assuntos complexos com sensibilidade, mantendo o público próximo dos personagens e de seus dilemas.

Interpretações que deixam marca

Sofia Carson entrega uma Anna De La Vega cativante — determinada, sonhadora e, ao mesmo tempo, vulnerável. Sua atuação gera empatia imediata. Corey Mylchreest, no papel de Jamie Davenport, equilibra o sarcasmo britânico com emoção contida, criando um contraste encantador com a vivacidade de Anna. Juntos, formam uma química rara e convincente, que sustenta o romance de forma envolvente e memorável.


Um final que reverbera


“Meu Ano em Oxford” é mais que um romance de streaming: é uma homenagem às intensidades da vida, ao amor que floresce mesmo em meio à dor e à urgência que o tempo impõe. Visualmente arrebatador e emocionalmente sincero, o filme oferece ao público uma jornada que mescla beleza, emoção e autenticidade.


Quem se deixar levar por esta história encontrará risos, ternura e, possivelmente, lágrimas. Porque, no fundo, o que torna um amor inesquecível é a forma como ele se vive no presente — e é esse presente que, aqui, vale para sempre.

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Projeto "Teatro para Todos" cria festival gratuito para a população de Diadema com oportunidade para companhias artísticas da região

 Evento contará com sete espetáculos e workshop gratuito de corpo e movimento. Interessados podem se inscrever até o dia 10 de agosto pelo link.

Link para mais fotos. Crédito: banco de imagens.

Image7 Entertainment LTDA realiza, entre os dias 29 e 31 de agosto, o Festival “Teatro para Todos”, no Teatro Clara Nunes, localizado no Centro Cultural de Diadema. A iniciativa tem como objetivo valorizar a produção artística local, promovendo o intercâmbio cultural entre grupos teatrais amadores da cidade. O evento abre espaço para que artistas independentes possam apresentar seus trabalhos em um ambiente profissional, funcionando como uma importante vitrine para a cena cultural da região.

As inscrições para o festival estão abertas até o dia 10 de agosto, e os grupos selecionados serão divulgados no dia 15. Serão sete apresentações distribuídas ao longo dos três dias de programação. Os grupos interessados devem ter até 15 integrantes, sendo no máximo sete no corpo artístico. Para participar, é necessário enviar materiais como release, ficha técnica, riders técnicos, vídeos do espetáculo e roteiro de operação da montagem já criada pelo formulário do link.

O regulamento pode ser visto pelo link.

Além das apresentações, a programação inclui um workshop gratuito de corpo e movimento, que será realizado no dia 30 de agosto. A atividade é aberta ao público e voltada a todas as pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos sobre arte e expressão corporal.

A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Diadema e é realizada pela Image7 Entertainment LTDA e Ministério da Cultura por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Acompanhe o projeto: https://www.instagram.com/festivalteatroparatodos/


Serviço

Festival “Teatro para Todos”

Inscrições: até dia 10 de agosto | Link de inscrições

Anúncio dos grupos selecionados: 15 de agosto

Montagem do Festival: 28 de agosto

Dias de Festival: 29, 30 e 31 de agosto

Workshop de Corpo e Movimento: 30 de agosto, sábado, pela manhã

Local: Teatro Clara Nunes - no Centro Cultural de Diadema. Rua Graciosa, 300 - Diadema - SP.

Teatro Bradesco Apresenta Beatles Para Crianças em espetáculo interativo e empolgante para toda a família

 Gravado em 13 de julho, Dia Mundial do Rock, show já está disponível gratuitamente no canal oficial do Teatro Bradesco no YouTube

Foto: divulgação/Teatro Bradesco

São Paulo, julho de 2025 – O projeto “Teatro Bradesco Apresenta” acaba de trazer uma nova atração imperdível para seu canal no YouTube: o espetáculo Beatles Para Crianças (link). Gravada no último domingo, 13 de julho, em celebração ao Dia Mundial do Rock, a apresentação já está disponível gratuitamente e promete encantar toda a família com clássicos dos Beatles, contação de histórias divertidas e muita interação no palco.

Nesta aventura musical, o público é convidado a embarcar em um universo lúdico embalado por clássicos dos Beatles, repletos de canções como “I Want To Hold Your Hand”, “All My Loving” e “Yellow Submarine”, interpretadas em versões autorais e cativantes. De forma divertida e educativa, o grupo ensina os movimentos básicos do rock, promove brincadeiras, dança e ainda entrega um certificado simbólico de #meuprimeiroshowderock.

Criado pelos educadores Fabio Freire e Gabriel Manetti, o Beatles Para Crianças une musicalização infantil, introdução ao idioma inglês e iniciação ao universo do rock’n’roll. O espetáculo também desperta a curiosidade dos pequenos ao apresentar instrumentos inusitados, como ukulele, washboard, kazoo, keytar e muitos outros.

Com dois álbuns lançados e uma trajetória de sucesso pelos palcos do Brasil, o grupo é formado por Fabio Freire (guitarra e voz), Gabriel Manetti (voz), Eduardo Puperi (guitarra e teclado), Marcos Klis (contrabaixo) e Humberto Zigler (bateria).

Teatro Bradesco Apresenta
O projeto já reuniu grandes nomes da música nacional em shows inesquecíveis como Seu Jorge e Alexandre Pires, Jota Quest, Jão, Titãs, Ana Carolina, Diogo Nogueira, além de palestras com Leandro Karnal, Monja Coen e muitos outros. O “Teatro Bradesco Apresenta” é uma iniciativa que conecta artistas e públicos de forma acessível, combinando o formato presencial com a conveniência das transmissões online. Para acompanhar, basta acessar o site oficial (link) e seguir as redes sociais por meio dos perfis @teatrobradesco. 
 
Bradesco e a cultura
Com centenas de projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. Além do Teatro Bradesco e da Casa Bradesco, centro de criatividade na Cidade Matarazzo, o banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. São eventos regionais, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros. O banco também mantém o Bradesco Cultura, plataforma digital que reúne conteúdo relacionado às ações culturais que contam com o patrocínio da instituição. Visite em cultura.bradesco
 
Serviço:   
Teatro Bradesco Apresenta Beatles Para Crianças
Onde assistir: Canal oficial do Teatro Bradesco no YouTube: link.

Dia do Cinema Nacional: Veja filmes que ajudam no vestibular

  Saiba mais ! Boa leitura!